quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Gaia, a calopsita


No dia 7 de dezembro de 2014 eu comprei uma calopsita fêmea em uma petshop de Nova Friburgo para presentear minha namorada que muito queria um bichinho (acabou que a Gaia, hoje é mais minha do que dela). Ela, a minha namorada, estava dormindo quando eu cheguei com a "passarinha" em casa e quando ela a viu ficou extremamente animada e ao mesmo tempo apavorada, a calopsita começou a voar pelo quarto e bateu na janela, neste momento colocamos ela de volta na caixinha onde veio e levamos até uma outra petshop para cortarmos as asinhas dela, maior erro que cometemos, o cara cortou muito mal e ela não conseguia nem planar, por conta deste erro, e nessa mesma loja compramos a primeira gaiola dela. Em casa escolhemos um nome para ela, Gaia, foi o que mais combinou. Alguns dias depois voltamos pro Rio de Janeiro e levamos ela para uma clinica veterinária fantástica, a Prosilvestre, lá confirmamos que ela realmente era "menina" e também descobrimos e tratamos uma doença que ela tinha. Com o tempo fomos nos apaixonando cada vez mais pela nossa "filha" e ela pela gente, compramos uma gaiola maior, apesar dela só usar a gaiola para dormir, comer e beber água, pois nos não deixamos ela presa em outros momentos porque não gostamos de deixar a nossa passarinha presa. Nessa época viajamos com ela várias vezes e ela passeou muito nas gramas e jardins de alguns lugares, mas sabíamos que falta algo, então decidimos que deixaríamos as asas dela crescer e assim fizemos, ela obviamente ficou extremamente mais feliz depois que as asas cresceram, porém paramos de deixá-la ficar andando pra todos os lugares fora de casa, agora ela fica mais dentro de casa ou ambientes fechados. Ela fica voando o dia todo e dá para ver que ela está gostando muito dessa nova experiencia, já aconteceu dela atravessar a rede de proteção uma vez e ficar do lado de fora da casa (e ela estava com as asas grandes já), ela ficou paradinha me esperando colocar a mão para fora da janela e aí então veio correndo pra minha mão e da minha mão para o quarto, sei que ela nunca vai fujir pois ela nos ama, mas sempre fico preocupado, com medo de que algo aconteça. É impossível dizer o quanto eu amo essa coisinha fofa que eu tenho como filha. Semana que vem viajarei e ficarei 11 dias sem ela, meu coração já está apertado, já cheguei até mesmo a chorar de saudades enquanto conversávamos( Eu e a Gaia) sobre o assunto, mas sei que ela ficará bem pois a deixaremos com a veterinária dela, na Prosilvestres, enfim escrevi esse texto para contar um pouco sobre a história da minha filhota e para expressar minhas saudades.

(obs: essa foto foi tirada no nosso terceiro dia com ela)

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